Ao mar e às delicias de sábado

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Santo Antônio de Lisboa

Santo Antônio de Lisboa

Eu e o querido sempre estamos em busca de coisas diferentes para fazer aqui em Floripa e na região.

Lugares charmosos, bom atendimento e preço justo são os critérios quando optamos por um lugar para deixarmos o tempo passar tranquilamente. E no último sábado, depois de muitos finais de semana com compromissos de trabalho, aulas do Fabrício, cirurgia minha, fomos passar o dia numa parte linda da Ilha.

Almoçamos com os meus pais no restaurante do Gugu, em Sambaqui, premiado várias vezes pelo Guia 4 Rodas. O local é simples, não tem vista para o mar e nem um monte de guéreguéres que só servem para nos sentir assaltados quando a conta pousa na mesa.

Lá no Gugu somente o que interessa a qualquer amante de um bom prato sem afetação – comida maravilhosa e  preço justo.

mar

O único senão é que como o lugar é tocado pela família, só um atendente circula pelo salão e isso significa esperar um tempinho para que tragam outra ‘Original’.  Como o bolinho de siri e todos os pratos que nos serviram estavam tão mega ultra maravilhosos, eu nem me importei de levantar e pedir mais ‘uma’ no balcão mesmo. “Moça, anota ali para a mesa 8.” Afinal, alguém tem que ajudar!

Do Gugu, fomos para Santo Antônio de Lisboa encerrar o nosso dolce far niente . Minha mãe queria circular na feirinha das Alfaias, no Centro Histórico de Santo Antônio, meu pai e o querido estavam interessados em outras ‘Originais’.

Os dois estacionaram no Gambarzeira, bar de um manezinho típico, o Feijão. O boteco é pequeno, simples e tem até uma pegada charmosa pra um lugar frequentado por ‘entendidos’ em futebol.  Logo na entrada já se tem a medida da descontração do bar dos Gambás. Horário de atendimento – “Das zóra cô quero, até às zóra cô quizé” . Mais manezinho impossível.

Gambarzeira

Gambarzeira

Como a mãe queria um cafezinho pós ranguinho, levei-a no Coisas de Maria e João, na mesma rua do bar dos ‘meninos’.

O café-bar-risoteria é incrivelmente fofo,  com um atendimento ótimo e a decoração é uma história a parte.  Sabe quando você nota que tudo foi cuidadosamente pensado, cada toalhinha, badulaquezinho? É o rústico fofo mais querido que já vi. Deu vontade de levar minha cama para lá e fazer do Coisas o meu lar. Ah, e o João, um dos que emprestam o nome ao lugar, é a gentileza em pessoa.

Coisas de Maria e João

Coisas de Maria e João

Dali, saí a bater perna com mamis pela Feirinha das Alfaias, Casa de Artesanato e Atelier Santo de Casa. Tudo muito lindo e tals, mas como qualquer lugar turístico, caro demais para peças que são bonitinhas, coloridinhas e não obras de arte.

Acho que o pessoal meio que perdeu a noção do ‘vale quanto pesa’. Dão uma pincelada de guache em um objeto e tá criado o conceito de arte. Menas, né meu polvo!

 

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