Cores, cores e cores com Tricia Guild

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O primeiro contato que tive com Tricia Guild foi na Livraria da Travessa do Leblon, no meu querido Ridejanêro. Era um livro lindo, de capa adamascada, cheio de ilustrações de ambientes coloridos que me fizeram perder o fôlego! Rumei para o caixa com o meu exemplar, determinada a pagar o que fosse mentira para tê-lo em nossa casinha, onde iria folheá-lo tranquila e alegremente.

Nem precisei de tanta determinação para comprá-lo, pois estava em promoção (palavrinha mágica para os meus ouvidos). No quarto do hotel mesmo me joguei na cama e comecei a minha incursão. A cada página virada era um suspiro. Quantos tecidos lindos, quanta composição perfeita de meu Deus! Depois, já em casa, fui atrás da artista por trás da obra, era Tricia Guild, fundadora e mente criativa da Designers Guild.

Desde então, acompanho tudo que se refere ao trabalho de Tricia. Espiando a revista Casa e Jardim do mês de outubro, li que a designer esteve no Brasil para lançar seu livro “A Cor Desconstruída” e que ela deu uma verdadeira lição de encorajamento para aqueles que tem um pé atrás com casa colorida. “As pessoas veem minhas estampas e dizem: isso é lindo, mas não tenho coragem. Na vida é preciso ter coragem!”, incentivou a sabida.

E para você deixar de vez o lado clean da vida, se joga nas dicas da maga das cores:

1 – Para chegar às cores que usará em casa, eleja uma ou duas de que gosta. Elas não farão você enjoar do visual;

2 – Prefira a neutralidade, sobretudo para os pisos que podem ser coloridos com tapetes espertos;

3 – Preto e branco fazem uma dobradinha harmônica. Além das cores puras, pode-se brincar com elas em xadrezes e listras que dão efeito gráfico ao ambiente;

4- Nem sempre um pequeno ambiente precisa, necessariamente, empregar padronagens com desenhos pequenos. Ouse!

5 – Texturas são aspecto fundamental para “sentir” os revestimentos. Papéis de parede com desenhos em relevo aveludados, por exemplo, estão entre produtos criados pela designer;

6 – Misturar tons de cinza com cores vibrantes, além do verde das plantas e boa iluminação, costuma dar certo;

7 – Desenhos que evoquem a paisagem local enfatizam, em casa, a ligação entre interior e exterior;

8 – Rosa não é, necessariamente, uma cor feminina. Seus tons mais intensos podem expressar força;

9 – Evite mudar radicalmente a vibe de cada ambiente de uma mesma casa. A regra é não ter regra, mas vale lembrar que tudo é possível, mas nem tudo fica maravilhoso.

*Dicas retiradas da matéria Experiência da Cor, da revista Casa e Jardim

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2 comments

  1. Leia Cook says:

    Vi uma reportagem na TV sobre ela, fiquei encantada como brinca com as cores, principalmente com o azul.
    Senti falta no teu blog de um box para eu receber as postagens por e-mail…o resto é lindo.
    bjsss

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